Traficante é preso após polícia identificar digitais em foto do WhatsApp

A impressão digital de uma pessoa pode ser a maior prova para solucionar um crime. 

A impressão digital de uma pessoa pode ser a maior prova para solucionar um crime. Quando ela é encontrada, o número de suspeitos pode cair para apenas um. Mas o que acontece quando essa prova é retirada do meio virtual?

No País de Gales, a polícia prendeu um traficante após confirmar que sua mão apareceu em uma foto enviada pelo WhatsApp. O caso ocorreu na cidade de Bridgend, onde as autoridades apreenderam um celular usado para manter conversas sobre venda de drogas.

Além das mensagens de texto, havia uma foto mostrando a mão de um homem com pílulas de ecstasy – curiosamente, algumas delas tinham a marca do Skype e da Ikea.

Para identificar o suspeito, as autoridades usaram uma técnica de reconhecimento de impressões digitais com a parte do dedo que estava sendo mostrada na imagem. A unidade de apoio científico usou a foto para fazer uma busca em um banco de dados com impressões digitais.

A equipe, porém, não conseguiu encontrar um resultado equivalente na pesquisa, já que o arquivo mostra somente a parte inferior do dedo. O sistema do País de Gales armazena apenas a impressão na parte de cima do dedo.

Ainda assim, os policiais seguiram outras evidências para chegar em quem eles achavam que estava operando a venda de drogas. Ao encontrarem o suspeito, a impressão digital presente na foto foi usada para comprovar seu envolvimento no crime.

Com a solução desse caso, os policiais pretendem prestar mais atenção às fotos salvas em celulares para utilizá-las como prova. Além do traficante da foto, o trabalho levou à condenação de outras 10 pessoas.

Fonte: Tecnoblog

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